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sábado, 1 de agosto de 2009

Mais abelhas

São animais fantásticos não são?
Esta foi uma das primeiras fotografias macro que fiz de insectos e é uma das minhas preferidas.

De Abelhas

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Uma gaivota voava voava...

As gaivotas são um tema banal, mas não deixam de dar bons resultados em fotografia.
Um pouco por acaso, mais ou menos de propósito a tentar enquadrar o "guincho comum" com o Cristo Rei, saiu isto. Fiquei contente com o resultado.
Esta fotografia foi tirada do cais das colunas de manhã...

De Gaivotas

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Lisboa By Night

Mais uma fotografia de Lisboa, desta vez à noite com um céu carregado de nuvens.
A vista é do Miradouro de N. Sra. do Monte na Graça. Tenho que lá voltar um dia destes novamente...

De Lisboa

sábado, 18 de julho de 2009

Mais uma de Estremoz

Depois de alguns pedidos meto aqui mais uma vista a partir do Castelo de Estremoz.
Gosto da Luz e dos tons.

De Paisagem Natural

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Bzzzz

De Macro

Não tendo eu qualquer predilecção especial por insectos em geral as abelhas são daqueles animais que fascinam.
é o único insecto que conheço que serve para qualquer coisa. Fazem mel. Além disso a sua organização social é algo de único, em que cada membro da comunidade sabe qual o seu lugar e sabe o que fazer.
Quis ver de perto como elas se movimentam e o que fazem. Pode parecer simples fotografar abelhas, mas não, acreditem que é bastante difícil. Quando estamos a apanhar o bicho, a focar e a enquadrar, já ela saltou para outra flor. Posso estimar que sai uma fotografia boa em cada 30 disparos. Podem imaginar a paciência que é preciso.

De Macro
Acreditem então que fotografar uma a voar é pura sorte. Porém acho que tive essa sorte com esta foto do zangão.
Vale a pena passar um bocado a olhar as fotografias e ver os pormenores que ao vivo não conseguimos ver, o pólen agarrado às pernas, a sua penugem, vê-las "chafurdar" no meio das flores. Se tiverem paciência vejam mais algumas fotografias na galeria, vale a pena.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Pontos de vista

Como todos os meus amigos sabem, Estremoz é a minha segunda terra.
Não sou alentejano e costelas destas bandas tenho poucas, porque olhando para a genealogia da família encontro apenas (que eu saiba, tenho que tirar isto a limpo...) o meu bisavô que vem de Évoramonte e vai mais tarde para Estremoz.
Não obstante tenho aqui família e amigos que visito desde sempre, o que faz desta terra parte do meu imaginário de infância. Além disso vivem aqui os meus pais desde há alguns anos a esta parte.

De Paisagem Natural

Últimamente tenho olhado para a terra com outros olhos. Como ando apanhado pela fotografia tento encontrar pontos de vista diferentes. E às vezes sitios por onde passamos todos os dias e que nos são tão vulgares por isso, nem nos lembramos do potencial que têm.

De Paisagem Natural

Estas fotografias são alguns desses exemplos. Junto da casa onde vivem os meus pais tirei estas fotos. São sitios que nunca tinha visto com potencial para fotografia e no entanto..... Pelo menos na minha opinião acabaram sair minimamente bem, também por causa do céu, que como já disse antes ajuda sempre a trazer mais dramatismo a uma imagem.

E vocês o que acham?

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Mimetismo

Começo a ficar fascinado por este tipo de fotografia.
Utilizando lentes macro dedicadas, conseguimos ver o mundo de outra forma.
Deixo alguns exemplos, que à partida não teriam qualquer interesse não fosse a sua magnificação.

Esta é apenas uma mosca da fruta, que por mimetismo imita uma abelha, na forma e na cor. Há muitos exemplos destes na natureza.

De Macro


De Macro

terça-feira, 7 de julho de 2009

Primeiro estranha-se, depois entranha-se

Marrocos, Norte de África, o segundo país mais próximo de Portugal depois de Espanha.

Praticamente desconhecido dos portugueses e tanto que estes países têm em comum (ou já tiveram). É verdade, os mouros que viveram em Portugal e que ainda cá andam nos nossos genes, vieram desta região do norte de África, eram berberes.

De Marraquexe

Hoje, ir a Marraquexe não deve ser muito diferente à experiência de há 50 anos atrás. Fernando Pessoa disse desta cidade que "Primeiro estranha-se, depois entranha-se". Foram estes também os meus sentimentos.
O choque cultural é gigantesco, tudo é diferente, artesanal, descomprometido. Depois habituamo-nos rapidamente ao ritmo, às pessoas, à língua, à comida, aos cheiros, ao chá.
Estar em Marraquexe, viver a Medina, perdermo-nos no Souk e passear no Qasbah é andar séculos para atrás.

De Marraquexe

Quase me esquecia de falar da mítica Praça de Jema El Fna. É uma praça gigantesca onde todos os dias centenas de vendedores, malabaristas, encantadores de serpentes, lutadores de boxe, vendedor de dentaduras, entre quantas formas se possam imaginar de poder ganhar uns trocos, tentam a sua sorte. O som dos tambores e flautas, o movimento das pessoas, o barulho, os cheiros das especiarias ou da comida são dignos de serem experimentados.

Algum tempo depois de ali estarmos começamos a aprender mais sobre nós portugueses. Porque somos como somos. Porque somos latinos, ibéricos e portugueses. Porque nos aproximámos mais de África do que da Europa. E mais não digo, quem quiser viver verdadeiras sensações exóticas e conhecer a cidade das mil e uma noites tem que lá ir.